28/08/2015

Novo livro diz que Jesus Cristo foi casado com Maria Madalena e teve dois filhos

Um dos documentos descobertos nos últimos anos que alegadamente comprovam que Jesus era casado.
Um novo livro que será lançado em meados de novembro, baseado num manuscrito com cerca de 1.500 anos, revela que Jesus Cristo casou com Maria Madalena e com ela teve dois filhos, noticia a imprensa britânica.
O livro, baseado no chamado “Evangelho Perdido”, um manuscrito datado de há 1.450 anos descoberto na British Library, foi escrito pelo professor de Estudos Religiosos da Universidade York (em Toronto, Canadá) Barrie Wilson, e pelo escritor e jornalista israelo-canadiano Simcha Jacobovici.
Segundo o Sunday Times, o texto, que os dois autores passaram meses a traduzir do siríaco, língua próxima do aramaico (língua de Jesus), revela ainda que Jesus Cristo foi alvo de uma tentativa de assassínio quando tinha 20 anos.
Barrie Wilson adianta que os investigadores sabem da existência do manuscrito há quase 200 anos anos, mas não sabiam o que fazer com ele. Jacobovici, por seu lado, explica que o manuscrito, que tem 29 capítulos, é uma cópia datada do século VI de um evangelho do século I.
Escrito em pele de animal tratada, o manuscrito está nos arquivos da Biblioteca Britânica há 20 anos, onde foi colocado pelo Museu Britânico, que o comprou em 1847 a um comerciante que o terá obtido no antigo mosteiro de São Macário, no Egito.
O novo livro tem ainda revelações sobre as ligações políticas de Jesus com o imperador romano Tiberius e com um dos seus principais generais, Sejanus.
Teorias sobre o casamento de Jesus circulam há vários anos. Uma das mais recentes desenvolveu-se a partir da descoberta, em setembro de 2012, de um fragmento de papiro egípcio que alguns investigadores acreditam conter a primeira referência ao casamento de Jesus.
A descoberta foi desvalorizada, nomeadamente pela Igreja Católica, que afirma tratar-se de uma falsificação.
O texto contém na quarta linha as palavras “E Jesus disse-lhes: Eis a minha mulher” e, na linha seguinte, “ela pode ser minha discípula”. Testes científicos ao fragmento confirmaram que o que passou a chamar-se “Evangelho da Mulher de Jesus” é datado do século VIII.
Sobre a polémica descoberta, a conceituada investigadora Karen L. King, da Universidade de Harvard, citada pelo jornal Boston Globe, disse: “Espero que possamos avançar para questões como o significado deste fragmento para a história do Cristianismo e para pensar sobre questões como: porque é que Jesus ser casado é tão importante? Porque é que as pessoas reagem de forma tão incrível a isso?”
Relativamente a esta nova descoberta, a Igreja de Inglaterra disse já que está mais próxima da ficção do que da história.
“Parece partilhar mais semelhanças com Dan Brown [autor do livro O Código Da Vinci, que desenvolve a teoria do casamento e dos filhos de Jesus com Maria Madalena] do que com [os evangelistas] Mateus, Marcos, Lucas e João”, disse um porta-voz da Igreja ao Sunday Times.
Os autores darão quarta-feira uma conferência de imprensa para divulgar mais pormenores sobre o livro.
/Lusa

"Evangelho da Mulher de Jesus" pode ser autêntico

Novos estudos da tinta em que foi escrito o “Evangelho da Mulher de Jesus”, um papiro controverso que sugere que Jesus era casado com Maria Madalena, parecem apontar para a possibilidade de que o documento possa ser autêntico. Porém, os resultados ainda não foram publicados e a origem do papiro continua rodeada de polémica.
O debate sobre a autenticidade do “Evangelho da Mulher de Jesus” teve início assim que Karen King, professora da Universidade de Harvard, anunciou a sua descoberta, em setembro de 2012.
Escrito em copta, língua egípcia antiga, o fragmento de papiro contém uma linha onde se lê a frase “Disse-lhes Jesus: Minha esposa…”.
O fragmento também se refere a uma “Maria”, possivelmente Maria Madalena.
Karen King datou provisoriamente o papiro como sendo do século IV, sugerindo que poderia ser uma cópia de um evangelho escrito em grego no século II.
Uma análise ao papel, detalhada o ano passado na Harvard Theological Review, sugeriu que o documento teria cerca de 1.200 anos.
Há a possibilidade de que a tinta também seja dessa época, mas está ainda em curso uma investigação para a datar com mais precisão.

Uma nova investigação

Durante o ano passado, vários estudiosos defenderam a conclusão de que o papiro era uma falsificação.
Para tentar pôr fim à polémica, investigadores da Universidade de Columbia estão agora a efectuar novos testes à tinta do papiro.
As análises iniciais publicadas pela equipa em 2014 indicaram que a tinta poderia ter sido feita em tempos antigos.
As novas análises, mais definitivas, podem fornecer apoio à autenticidade do papiro.
No entanto, os cientistas não vão comentar os resultados antes da sua publicação.

De onde veio afinal o papiro?

O actual proprietário do papiro insiste em permanecer anónimo. Alega que comprou o “Evangelho da Esposa de Jesus” em 1999, juntamente com outros textos cóptas, a um homem chamado Hans-Ulrich Laukamp.
Este, por sua vez, adquiriu o documento em Potsdam, no que era a Alemanha Oriental, em 1963.
Laukamp morreu em 2002, e a afirmação de que era proprietário do texto tem sido fortemente questionada.
Rene Ernest, o homem a quem Laukamp e sua esposa Helga incumbiram de representar as suas propriedades, diz que Laukamp não tinha interesse em antiguidades e que em 1963 vivia em Berlim Ocidental.
Por isso, não poderia ter passado o muro de Berlim, para ir a Potsdam.
Axel Herzsprung, um associado de Laukamp, diz também que nunca teve interesse em antiguidades ou possuiu um papiro.
Laukamp não tem filhos ou parentes vivos que possam verificar estas alegações.
A questão da sua origem poderia levar a que se coloque em causa a autenticidade do papiro. Por isso, os investigadores estão à procura de informações que confirmem a origem do documento.
Karen King relata, num artigo publicado em 2014 na Harvard Theological Review, que o proprietário anónimo lhe forneceu “a fotocópia de um contrato para a venda de 6 fragmentos de papiro em copta”, dos quais um se acreditava ser um Evangelho.
O contrato inclui o nome de Hans-Ulrich Laukamp e a data: 12 de novembro de 1999. Tem ainda a assinatura de ambas as partes.
Várias bases de dados públicas têm assinaturas de Laukamp, em documentos autenticados, entre 1997 e 2001. Essas assinaturas podem ser usadas para comparação com o registo da venda do Evangelho.
A análise forense de caligrafia nem sempre é conclusiva, mas já foi usada para determinar se assinaturas feitas em documentos ou obras de arte são autênticas ou falsificadas.
Se se concluir que Laukamp nunca possuiu o papiro e que o proprietário anónimo não disse a verdade, então o lado da balança inclina-se para a falsificação.

Mais dúvidas

O ano passado, Christian Askeland, do Instituto de Pesquisa Bíblica Septuaginta, em Wuppertal, na Alemanha, analisou um segundo papiro copta contendo parte do “Evangelho de João”, que o proprietário anónimo do “Evangelho da Esposa de Jesus” também tinha cedido a Harvard.
Este segundo texto foi também supostamente comprado a Laukamp, e testes de carbono apontam que o documento teria cerca de 1.200 anos.
O segundo papiro foi escrito num dialecto copta chamado Lycopolitan, considerado extinto há cerca de 1.500 anos. Askeland concluiu que o documento era uma imitação e, por partilhar características com o “Evangelho da Esposa de Jesus”, considera que ambos são falsos.
Karen King não concorda com esta conclusão, notando que o fragmento do “Evangelho de João” poderia ter sido copiado na antiguidade, muito tempo depois de o Lycopolitan se ter extinguido.
Além disso, James Yardley, investigador da Universidade de Columbia, realça que novos testes confirmam que o “Evangelho da Esposa de Jesus” contém tinta diferente da do papiro do “Evangelho de João”.
Tal parece contrariar o argumento de Askeland de que os dois papiros foram escritos pela mesma pessoa.
Entretanto, diversos estudiosos notam que a escrita copta no “Evangelho da Esposa de Jesus” é muito semelhante a um outro texto cristão, chamado “Evangelho de Tomé” — incluindo até um erro gramatical, introduzido numa edição de 2002.
Este erro grosseiro indicaria que o “Evangelho da Esposa de Jesus” teria sido escrito por falsificadores, que teriam copiado a edição moderna do “Evangelho de Tomé”.
Em 2014, Karen King contestou esta afirmação, realçando que até os antigos escribas cometiam erros gramaticais semelhantes.
E estavam certamente longe de imaginar a polémica que, 1.200 anos depois, tais erros poderiam levantar.


26/08/2015


Coerência Energética

Quem és tu? És quem és ou és o que os outros são? Quem és na realidade? Quando alguém te magoa, como respondes? Magoas de volta? Quando alguém te engana, o que fazes? Enganas também? Agrides? Discutes? Pressionas? Julgas? Culpas?

A pergunta que eu te quero fazer é simples: Quando alguém te faz mal e tu retribuis, porque o fazes? Porque és assim, uma pessoa que faz mal às outras pessoas, ou só fazes mal porque te fizeram a ti?

É que, se fazes mal porque és assim, porque essa é a tua escolha, eu até entendo, e digo-te que terei de respeitar a tua escolha, a escolha da tua essência, a pessoa que escolheste ser desta vez. E respeito, independentemente de não concordar. Não concordo, mas respeito. És quem escolhes ser e não posso mudar isso.

Agora, se fazes mal a uma pessoa como resposta, só porque essa pessoa te fez mal a ti, se isso não é a escolha da tua essência, esse não és tu. Se só o fazes para «dar o troco», então temos problemas. Ao «dares o troco» não percebes tudo o que estás a fazer: desceste ao nível dessa pessoa que te fez mal. Sais completamente fora da tua energia. Escolhes ser quem a outra pessoa está a ser. Entras num sistema energético estranho, não sabendo quando voltarás a vibrar pela tua essência novamente.

Achas que é assim? Achas que é isso que escolhes para ti? Pensa que às vezes enviamos experiências verdadeiramente densas para medir a tua coerência. E tu, em vez de seres quem és em todas as ocasiões, vais navegando nas ondas da frequência energética dos outros. «Eu fiz tal coisa porque me fizeram o mesmo.» E assim, a cada acção, vais sendo o que os outros são, sem te aperceberes o quão longe estás de ti, o quão longe estás da tua luz. O quão longe estás de voltar definitivamente para casa.

Jesus 
(Mensagem de Luz / Alexandra Solnado)

19/08/2015

A Perfeição

A perfeição não existe. E, como não é um objectivo, não pode ser uma meta. Tu só podes querer chegar a um lugar que seja acolhedor, confortável e leve. Não é suposto o ser humano querer ir para um local desarmonioso e desarmonizado. Pois a perfeição é isso. É um estado de exigência, de stresse, de angústia e depressão.

É um local em que o ser humano deposita demasiadas expectativas, mas é ao mesmo tempo um lugar desconhecido, pois visto não existir, nunca ninguém lá esteve. A não ser por breves instantes. O problema é que os homens não levam isso em consideração. Querem ser perfeitos. Lutam para ser perfeitos, julgam tudo o que é imperfeito retirando todo o seu valor.

O homem só não percebe que: O céu é perfeito. O Universo é perfeito. O céu alberga seres de luz. O mundo alberga homens, seres imperfeitos em busca do caminho da evolução. E como vão evoluir? Entrando em contacto com a imperfeição do mundo, para, e por conflito com essa mesma imperfeição, conseguirem evoluir, conseguirem avançar.

Agora imagina que o ser fosse perfeito. Não existiria conflito, e pelo facto de ser pelo conflito que se evolui, não haveria evolução. Era tudo perfeito, e a experiência da terra nunca teria existido. E agora? O que é preciso fazer?

É preciso fazer as pazes com a sua própria imperfeição. Aceitar que não somos perfeitos, e nem temos de ser. Devemos, isso sim, fazer o melhor que sabemos, da maneira mais responsável. Só. E só por isso, eu, daqui de cima, já fico muito feliz.

Jesus 
(Mensagem de Luz / Alexandra Solnado)

12/08/2015

O Teu Elemento

Fizeste o que devia ser feito. Apesar de tudo, das dificuldades, dos obstáculos e da tua própria resistência, fizeste o que devia ser feito. Apesar da tristeza. Sobretudo, apesar da tristeza. Fizeste o que tinhas de fazer para voltar à tua frequência original, para voltar ao teu elemento, para voltar a ti. Porque uma pessoa que não está na sua frequência, que não está no seu elemento, está descentrada, não se foca no seu centro energético e humanamente pára de viver.

Porque a vida é uma aventura, mas só para quem consegue viver dentro de si próprio. Até pode ir aos outros, até pode sair de si de vez em quando. Mas tem de voltar. Tem de saber voltar. E, fundamentalmente, tem de gostar de voltar. Tem de gostar do que encontra. Porque, se não gostar, não quererá ficar aí. E quem não quer ficar, foge. E foge para fora. Para os outros. Para as coisas da matéria.

Não te esqueças de que a matéria é como um filme. Tem luz e cor. Tem som. Tem movimento. Dentro de ti é escuro, não há movimento e não tem cor. Mas é subtil e brilha. E a subtileza e o brilho são a chave do céu. Sempre que focas a tua atenção para fora de ti, e vais atrás do filme, da vida, estás a ir atrás do movimento, da luz e do som, desces à frequência da matéria – que, como os filmes, é pura ilusão.

Cá em cima é que está a verdade. Dentro de ti é que está a verdade. Nesta dimensão aparentemente escura e pesada, está a chave da tua felicidade. E quanto mais tempo passares nela, melhor vais percebê-la e mais valor darás ao brilho e à subtileza. Sabes que a matéria é tudo menos subtil. E daqui a um tempo, quando aprenderes a respeitar essa tua dimensão interior, quando aprenderes a voltar, vais poder começar a ir.

Para já, fica. Fica em ti. Escolhe-te a ti em detrimento de tudo o resto. Fica. Fica. E um dia, à força de tanto te conheceres, de tanto te sentires, vais saber que não há absolutamente mais nenhum lugar para ir. Porque eu estou aí.


Jesus 
(Mensagem de Luz / Alexandra Solnado)

05/08/2015


Resposta

Tudo o que acontece na tua vida tem um desígnio. As mais ínfimas coisas que atrais, têm um motivo para lá estarem, para acontecerem precisamente dessa maneira, fielmente nesse momento, e literalmente nesse lugar. Tudo aí na matéria é milimetricamente perfeito, para que vocês possam responder de acordo. De acordo com quem são, naturalmente. De acordo com o que escolhem ser nessa circunstância, nesse tempo e nesse lugar.

Podias perguntar-me agora: «Como é que a matéria, um local tão denso e tão pesado, pode responder a impulsos tão subtis, ao ponto de tudo ser perfeito?» E a resposta é simples. Vocês vivem num sistema energético, e o sistema energético funciona em qualquer frequência. Se uma pessoa está densa, através do sistema energético atrai pessoas e situações densas. Se uma pessoa está leve, atrai pessoas e situações leves. É simples. Como tudo, visto daqui de cima.

Por isso, e voltando atrás, a situação em que te encontras está a querer falar contigo, está a querer mostrar-te coisas, fazer-te sentir emoções, fazer-te modificar o teu sistema de crenças para que possas abrir a mente e acreditar em novas possibilidades. Inclusive novas possibilidades para ti próprio, como pessoa.

A questão aqui é: o que é que significa isto tudo? Porque é que te encontras nesta situação e não noutra? O que é que deves aprender com isto tudo? E eu, daqui de cima, até te poderei responder. Mas para isso tens de vir cá acima.

Só há uma coisa que tens mesmo de aceitar: a resposta não a tens, e não está aí em baixo. Por isso faz o que te digo: procura no Eu Superior a resposta, ou, se ainda sabes como é que se faz, fecha os olhos, relaxa e pergunta «o que é que o Universo me quer dizer com esta situação?» Fica. A zeros. Não penses em nada. Limita-te a fazer a pergunta. E activa toda a tua sensibilidade. Intui. Percepciona. E vais achar que estás a imaginar coisas. Mas não. Essa é a resposta.

Jesus 
(Mensagem de Luz / Alexandra Solnado)