A velocidade e o ritmo ...

Hoje em dia estamos cada vez mais preocupados em ter resultados rápidos, em sermos eficazes, produtivos, e em que as coisas aconteçam o mais rapidamente possível. É que, ao vê-las manifestarem-se, ao vê-las prontas, ativamos as hormonas do prazer e conseguimos eficazmente fugir da dor – o objetivo do ego.
Acontece que ao fazer as coisas muito aceleradamente, com prazos muito apertados, na tentativa de ter resultados muito rápidos e eficazes, nós cansamo-nos com muita facilidade.
É só observar toda uma sociedade que corre, corre, corre, e poucas pessoas realmente fazem as suas tarefas bem, com prazer, com energia elevada. Poucas alcançam os objetivos a que se propuseram. E o motivo principal para isso acontecer é o facto de nós fazermos as coisas sem a nossa vibração, apenas fazemos com a nossa mente, com a nossa cabeça. Nós pensamos o que vamos fazer, nós definimos estratégias, processos. Nós não sentimos. E o que é feito com a mente é estéril, feito em esforço, não tem energia. E quanto mais as pessoas sentem que o que estão a fazer não tem energia, mais ativam a mente e mais se obrigam, se exigem. Exigem-se a estar fora da sua energia original.
Claro que ninguém consegue ficar fora da energia original por muito tempo. O corpo não aguenta. E adoece. 
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 in "Conexão - O que Jesus me ensinou"

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