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O Dom

Sempre que o Universo te propõe uma perda, seja ela qual for, uma perda económica, uma perda material, uma perda física ou emocional, sempre que o Universo te propõe uma perda, só te está a propor uma coisa: conexão. Conexão com o céu, no sentido de compreender o motivo pelo qual tiveste de atrair essa perda, que tipo de energia estás a emanar, para que a consequência seja uma perda.

Em segundo lugar, conexão com as tuas emoções. Espiritualmente, uma perda significa sofrimento, não revolta. Espiritualmente, quando atrais uma perda, a única coisa que deverás fazer é chorá-la. Fazer o luto dessa perda. Desapegar. Com sofrimento, com dor. A dor do desapego vai fazer-te ficar mais sensível, mais conectado com as tuas emoções.

Vai fazer-te ficar frágil, com a emoção à flor da pele. Um «vidrinho de cheiro», como vocês dizem. Vai fazer-te ficar com a sensibilidade aguçada ao máximo. E ter a sensibilidade aguçada é ter o Dom.

Resumindo: quando atrais uma perda é para ficares mais sensitivo, mais frágil, mais intuitivo, e é para exerceres o Dom. Com isto podemos depreender o seguinte: se o Universo apenas rearmoniza o que não está harmonizado e se quando envia uma perda é para que fiques mais sensível, quer dizer que o que estavas a emanar era o oposto. Devias estar a emanar a desconexão absoluta, a defesa, a racionalização e a necessidade de ser forte. Tudo coisas contrárias ao ser espiritual.

Sugestão: Se conseguires manter-te sensível e frágil, intuitivo e conectado, se conseguires ficar no estado do Dom, o Universo não mais necessitará de rearmonizar nada e não mais te enviará perda de espécie alguma. Queres tentar?

Jesus 
(Mensagem de Luz, Alexandra Solnado)

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